Engenharia como estratégia de desenvolvimento A realização da 1ª Conferência Nacional da Engenharia contribui para recolocar o conhecimento técnico no centro das políticas públicas e a serviço da sociedade. Mais do que um evento, trata-se de afirmar a profissão como instrumento de desenvolvimento, soberania e justiça social. Recolocar a engenharia no centro do projeto nacional não é pauta corporativa. É uma escolha estratégica para um país que pretende planejar o futuro com autonomia, desenvolvimento sustentável e capacidade de execução. O esvaziamento do papel técnico do Estado cobrou seu preço; recuperar esse protagonismo é condição para avançar. A proposta da 1ª Conferência Nacional da Engenharia, prevista para acontecer nos dias 16, 17 e 18 de junho, em São Paulo, nasce dessa compreensão. Mais do que um evento, trata-se de um movimento para afirmar a área como transversal às políticas públicas, presente em todos os grandes desafios do País. Sob a coordenação do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP) – pasta comandada por Márcio França, que abraçou a ideia –, a iniciativa contará com a colaboração dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), de…