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18/09/2026

Pé no chão e bola na rede

João Guilherme Vargas Netto

 

Por mais que a torcida afogueada grite, o jogador deve por a bola no chão e chutar a gol.

 

Isto se refere especificamente aos dirigentes sindicais que, embora absorvidos e preocupados como todos nós pelos embates no Supremo Tribunal Federal (STF), devem sobretudo se preocupar, com urgência e pressa, com as eleições e trabalharem pela vitória dos candidatos favoráveis aos trabalhadores e às trabalhadoras e ao movimento sindical.

 

Agora já se pode, com toda certeza, escrever a “cola” completa para o dia das eleições: candidato a deputado federal (quatro algarismos), candidato a deputado estadual ou distrital (cinco algarismos), primeira candidatura ao Senado (três algarismos), segunda candidatura ao Senado (três algarismos), governador de Estado (dois algarismos) e presidente da República (dois algarismos).

 

Além da “cola”, que é individual, os dirigentes devem intensificar as campanhas para seus candidatos com convites para a sede sindical, reuniões em porta de fábrica e locais de trabalho, pequenos comícios, distribuição de materiais e exposição com argumentos e indicação de votos nas redes sociais.

 

Conjugando os desafios e velocidade das campanhas com os interesses do movimento sindical, o clamor e a luta pela votação da PEC que dá fim à escala 6X1 pode ser o fio indutor das atividades eleitorais.

 

JG Artigo FotoRitaCasaro

 

 

 

João Guilherme Vargas Netto é analista político e consultor sindical  

 

 

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