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06/11/2026

Punição rigorosa

João Guilherme Vargas Netto

 

O ministro do Trabalho e Emprego e o secretário de Relações Sindicais, depois de receberem inúmeras denúncias, alertaram o movimento sindical e a sociedade que inúmeros patrões, inconformados com a derrota de seu candidato presidencial, ameaçaram os trabalhadores empregados de demissões e outras punições por conta do apoio ao presidente eleito.

 

Ao avisarem sobre essas graves violações dos direitos eleitorais e sindicais, conclamaram as entidades dos trabalhadores a ajudarem na fiscalização e nas denúncias dos criminosos.

 

As centrais sindicais, que já haviam também recebido denúncias semelhantes, endossaram prontamente as preocupações dos dois dirigentes e criaram canais sindicais diretos para novos relatos e providências de punições. 

 

Não é vingança ou coação. Coação é o que fazem esses patrões antes, durante e depois das eleições, assediando os trabalhadores e as trabalhadoras com promessas, vantagens e em seguida, castigos e demissões. Comentem, além dos crimes eleitorais e trabalhistas, a falta suprema de ataque à democracia. Não merecem perdão.

 

Os Ministérios Públicos devem se responsabilizar pelas denúncias confirmadas e exigir punição rigorosa.

 

 JG Artigo FotoRitaCasaro

 

João Guilherme Vargas Netto é analista poítico e consultor sindical

 

 

 

 

 

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