Comunicação SEESP
Integrantes da Chapa 4, candidatos a representantes dos empregados nessa importante instância da empresa aeronáutica, têm o irrestrito apoio do SEESP. Votação no segundo turno acontece nesta quarta e quinta-feira, 26 e 27 de fevereiro.
Disputando a reeleição para a função de representantes dos empregados no Conselho de Administração da Embraer, o engenheiro e diretor da subsede do SEESP em São José dos Campos, Edmilson Saes, e o técnico de processos da companhia Ricardo Alves Lima, pretendem dar sequência ao trabalho realizado no primeiro mandato, sob o lema “Olhar para as pessoas, trabalhar a inclusão e valorização”. Eles compõem a Chapa 4 e concorrem, respectivamente, como titular e suplente.
Pela competência, dedicação e compromisso, Edmilson e Ricardinho contam com o apoio irrestrito do SEESP nesse pleito, cuja votação em segundo turno acontece na quarta (26/2) e quinta-feira (27/2). Confira na entrevista a seguir as propostas dos candidatos para bem representar os empregados da Embraer.
Por que a Chapa 4 conta com um representante da Engenharia de São José dos Campos e outro da área de Processos com que apoia a Produção de Botucatu?
Edmilson: Acreditamos que a união de todos os trabalhadores da empresa, representados em uma chapa diversa como a nossa, é essencial para levantar as demandas de todas as áreas e de todos os sites. Dessa forma, conseguimos dar a devida atenção a cada questão e encaminhá-las aos fóruns adequados.
Ricardinho, por que vocês, de Botucatu, assinaram a convenção coletiva?
Ricardinho: Porque estamos, de fato, ao lado dos trabalhadores. A convenção coletiva é o que garante direitos aos funcionários. Além disso, incluímos na convenção itens fundamentais, como o quinquênio e a estabilidade pré-aposentadoria, bem como a complementação salarial em caso de afastamento, entre outros benefícios. Tudo isso está garantido para os trabalhadores de Botucatu. Infelizmente, a chapa concorrente, que diz defender os trabalhadores, se recusa a assinar a convenção para os empregados de São José dos Campos e sequer explica os motivos para essa decisão.
Concorrendo a um segundo mandato, vocês têm aproveitado a campanha para apresentar propostas, mas também demonstrar a conquistas alcançadas e prestar contas. Qual o motivo dessa abordagem?
Edmilson: Estamos aproveitando a campanha para prestar contas do nosso mandato, apresentando o trabalho realizado e mostrando algumas das frequentes visitas que fizemos aos diferentes sites para ouvir os trabalhadores. Além disso, destacamos conquistas importantes dos últimos dois anos, como a eliminação do teto para reajuste na data-base dos engenheiros(as), obtida em conjunto com o SEESP. Importante mencionar que em 2024, tivemos o segundo ano sem teto para a categoria e, ainda que pequeno, um importante aumento real. Em Botucatu, graças ao trabalho do Ricardinho e do Sindicato dos Metalúrgicos de lá, conseguimos elevar o teto de reajuste e garantir um aumento real, além de manter as cláusulas sociais. A chapa concorrente, por não negociar, acaba se beneficiando do trabalho realizado em Botucatu e isso é bom, pois o trabalho do pessoal de Botucatu acaba beneficiando também os trabalhadores de outros sites.
Que outras conquistas vocês destacariam?
Ricardinho: Uma das nossas maiores vitórias foi o aumento da PLR, que antes da chegada do Edmilson ao Conselho não chegava nem a um salário e hoje pode alcançar até 150% do salário de cada empregado. Além disso, conseguimos a implementação do cartão Caju e garantimos, em Botucatu, que o benefício também fosse pago às mães durante a licença-maternidade e que foi estendido a todos os outros sites.
Edmilson: Uma grande conquista que envolveu o trabalho conjunto do Conselheiro, dos Cipeiros de vários sites e de diversos colaboradores da empresa foi a conquista de ônibus com ar-condicionado e banheiro para todos os trabalhadores da empresa, o que será implementado ainda este ano. Isso demonstra que a união entre conselheiros e Cipeiros gera melhorias concretas no ambiente de trabalho e na segurança dos funcionários. É importante ressaltar que essa postura colaborativa é bem diferente da chapa concorrente, cujos integrantes, ao invés de trabalharem junto aos Cipeiros, acabam os ameaçando caso não sigam suas diretrizes.
E quais são as principais propostas para o segundo mandato?
Ricardinho: Nossas propostas foram construídas com base nas visitas que Edmilson fez aos diferentes sites, ouvindo os trabalhadores. Depois, juntos organizamos e priorizamos essas demandas para garantir que fossem viáveis e representassem os interesses de todos.
Edmilson: Podemos destacar as principais.
Data-base: eliminar o teto de reajuste para todas as categorias e negociar aumentos reais, considerando os excelentes resultados da empresa, incluindo suas unidades internacionais.
Participação nos Lucros e Resultados (PLR): Ampliar o valor, vinculando seu aumento ao desempenho da empresa.
Cartão Caju: eliminar o teto de pagamento e garantir o benefício a todos. Para colaboradores em home office ou regime híbrido, propomos um reajuste condizente com a realidade atual.
Plano de Cargos e Salários: iniciar discussões para a implantação de um plano que beneficie todos os trabalhadores.
Carga horária: trabalhar junto às entidades representativas para reduzir a carga horária para 40 horas semanais, garantindo mais qualidade de vida.
Ricardinho, como você resumiria o foco da Chapa 4?
Ricardinho: Nosso compromisso é claro: um mandato que valoriza as pessoas, transformando ideias em ações concretas, garantindo inclusão, reconhecimento e resultados para todos os trabalhadores!
Edmilson, como você avalia a campanha eleitoral deste ano?
Edmilson: Nossa campanha, desde o primeiro turno, tem sido baseada em conquistas e propostas concretas. Durante essa caminhada, nosso time de apoio só cresceu, com a adesão de Cipeiros de diversos sites e de muitas das chapas que não passaram para o segundo turno. Isso demonstra a confiança na nossa forma de trabalhar.
Ricardinho, qual sua mensagem final?
Ricardinho: Nossa chapa olha para o presente e o futuro, enquanto outros se apegam a ideias e práticas ultrapassadas. Compare, faça sua escolha, e vote nos dias 26 e 27 de fevereiro, pois seu destino, o destino dos empregos e da empresa está em suas mãos.